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quarta-feira, 20 de abril de 2016
O que aconteceu na semana de 04-04-2006?
Notícias/Concertos:
- Mike Patton e Sofa Surfers actuam na Casa da Música e Danko Jones no Paradise Garage.
- Eagles Of Death Metal actuam no The Tonight Show with Jay Leno.
Pearl Jam actuam no Late Show With David Letterman.
Disco da Semana:
The Streets - The Hardest Way to Make an Easy Living
A Grand Don’t Come For Free era praticamente insuperável. Não surpreende, portanto, que este The Hardest Way to Make an Easy Living tenha sofrido duras críticas. Mike Skinner mantinha qualidades, mas, tal como no que sobrou da história dos The Streets depois deste terceiro registo, estas foram perdendo força. Em 2006, o grime esgotava-se. Morreu.
Outras Edições:
Pretty Girls Make Graves - Élan Vital
LL Cool J - Todd Smith
Daniel Powter - Daniel Powter
Eagles Of Death Metal - Death By Sexy
X-Wife - Side Effects
Mind da Gap - Edição Limitada
Josephine Foster - A Wolf in Sheep's Clothing
Built to Spill - You in Reverse
Citações com dez anos:
- "Tratou-nos como samples. Ao invés de tocar uma guitarra, ele pegou num pequeno loop e usou-o para que soasse explosivo. Nem sequer soa como uma guitarra." (Luke Jenner, vocalista dos The Rapture, sobre Danger Mouse)
- “O álbum é sobre aquele receio anónimo que surge quando estás no trânsito a pensar: "estou certo de que devia estar noutro sitio qualquer." (Thom Yorke)
- "Soa a um cruzamento entre Led Zeppelin e Earth, Wind & Fire." (Tom Morello sobre o 3º álbum dos Audioslave)
- "O facto dos Arctic Monkeys estarem a ter tanta atenção é apenas baseado no facto do negócio mainstream ser uma data de atrasados mentais." (Thom Yorke)
- "Não sei se volto a dizer que isto [dos Gorillaz] acabou. Retirar e depois regressar é uma cena muito hip-hop." (Damon Albarn)
- "Tivemos um excelente almoço com os Sparks há uns meses e foi feita uma desafiante sugestão. Há um espírito similar a unir as duas bandas" (Alex Kapranos)
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
[Os melhores álbuns de 2005] 8º - LCD Soundsystem - LCD Soundsystem
Em 2001, quando fundou a DFA, James Murphy virava trintão. Pouco depois, quando lança o single "Losing My Edge", tem 31. Em 2005, quando este muito antecipado homónimo chega às lojas já conta 34. Nunca encaixou nas premissas de uma estrela pop - demasiado peso, demasiado recatado e, pelo menos aparentemente, demasiado desajeitado, James Murphy é o herói indie improvável, chave mestra para aquela espécie de revolução que haveria de se seguir. O electroclash perde popularidade, a frente ofensiva da DFA tem os Rapture de "House of Jealous Lovers" em estado de graça e é a nova grande cena. LCD Soundsystem faz a ponte entre aquilo que os putos alternativos gostavam na altura - o pós-punk dos Bloc Party e Franz Ferdinand, o garage dos White Stripes e o rock dos Strokes - e a música de dança que, três anos depois, haveria de aprimorar e transformar numa obra-prima chamada Sound of Silver. Cerca de seis anos depois da estreia, Murphy, sabemos hoje, matou o projecto que "obrigou" os miúdos indie a dançar.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
[Semana 19-01-05] LCD Soundsystem editam "LCD Soundsystem"
Em 2001, quando fundou a DFA, James Murphy virava trintão. Pouco depois, quando lança o single "Losing My Edge", tem 31. Em 2005, quando este muito antecipado homónimo chega às lojas já conta 34. Nunca encaixou nas premissas de uma estrela pop - demasiado peso, demasiado recatado e, pelo menos aparentemente, demasiado desajeitado, James Murphy é o herói indie improvável, chave mestra para aquela espécie de revolução que haveria de se seguir. O electroclash perde popularidade, a frente ofensiva da DFA tem os Rapture de "House of Jealous Lovers" em estado de graça e é a nova grande cena. LCD Soundsystem faz a ponte entre aquilo que os putos alternativos gostavam na altura - o pós-punk dos Bloc Party e Franz Ferdinand, o garage dos White Stripes e o rock dos Strokes - e a música de dança que, três anos depois, haveria de aprimorar e transformar numa obra-prima chamada Sound of Silver. Cerca de seis anos depois da estreia, Murphy, sabemos hoje, matou o projecto que "obrigou" os miúdos indie a dançar.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
O que aconteceu na semana de 19-01-2005 ?
Notícias:
- É anunciado um concerto dos U2 no Alvalade XXI.
- "Ray" é nomeado em 6 categorias para os Óscares: "Melhor Filme", "Melhor Realização", "Melhor Actor", "Melhor Guarda-Roupa", "Melhor Montagem" e "Melhor Som".
Disco da Semana:
LCD Soundsystem - LCD Soundsystem
Em 2001, quando fundou a DFA, James Murphy virava trintão. Pouco depois, quando lança o single "Losing My Edge", tem 31. Em 2005, quando este muito antecipado homónimo chega às lojas já conta 34. Nunca encaixou nas premissas de uma estrela pop - demasiado peso, demasiado recatado e, pelo menos aparentemente, demasiado desajeitado, James Murphy é o herói indie improvável, chave mestra para aquela espécie de revolução que haveria de se seguir. O electroclash perde popularidade, a frente ofensiva da DFA tem os Rapture de "House of Jealous Lovers" em estado de graça e é a nova grande cena. LCD Soundsystem faz a ponte entre aquilo que os putos alternativos gostavam na altura - o pós-punk dos Bloc Party e Franz Ferdinand, o garage dos White Stripes e o rock dos Strokes - e a música de dança que, três anos depois, haveria de aprimorar e transformar numa obra-prima chamada Sound of Silver. Cerca de seis anos depois da estreia, Murphy, sabemos hoje, matou o projecto que "obrigou" os miúdos indie a dançar.
Outros álbuns editados:
Apocalyptica - Apocalyptica
M83 - Before the Dawn Heals Us
Lou Barlow - Emoh
The Chemical Brothers - Push the Button
Mercury Rev - The Secret Migration
Bright Eyes - Digital Ash in a Digital Urn
Bonnie 'Prince' Billy and Matt Sweeney - Superwolf
...And You Will Know Us by the Trail of Dead - Worlds Apart
Citações com dez anos:
- "Estávamos para editar um álbum duplo, mas, uma vez que é o nosso último com a Sony, não lhes quisemos dar demasiado. Que se lixem! (Noel Gallagher)
- "A ameaça transformou-se em oportunidade!" (John Kennedy, responsável máximo pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica, na sequência do melhor ano de sempre para o mercado digital)
- "Durante muito tempo achei que seria melhor não fazer um filme sobre Ian Curtis, mas parece-me que finalmente encontrámos as pessoas certas para contar a história". (Deborah Curtis, viúva de Ian Curtis)
- "Nunca acabámos. Simplesmente não tocamos nem gravamos há alguns anos. Continuamos a visitar-nos e a escrever música." (Geoff Barrow, multi-instrumentista dos Portishead revelando que a banda vai editar um novo álbum)
Obituário:
- Morre Consuelo Velazquez, vítima de um problema cardiovascular.
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
[Os melhores álbuns de 2004] 4º - Death From Above 1979 - You're a Woman, I'm a Machine
Num contexto em que o rock pouco ou nada trazia de novo, este som que é punk e que é dançável e que é suado acaba por soar fresco. Um baixo e uma bateria, um ritmo infernal que, ironicamente, não ficaria mal como carta fora do baralho (a par dos Rapture) na DFA de James Murphy, a mesma que obrigou Sebastien Grainger e Jesse F. Keeler a colar um ano (o último da década de 70) ao nome pensado a priori.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
[Os melhores álbuns de 2004] 20º - !!! - Louden Up Now
A experiência sempre foi melhor ao vivo do que em disco, mas nem esta premissa retira a Louden Up Now o estatuto de um dos melhores discos de dança lançados nos 00s - 66 minutos e nove temas que parecem um só. Nesta altura muito associados à DFA (The Rapture, LCD Soundsystem), a singularidade dos Chk Chk Chk (ou tʃk, tʃk, tʃk ou !!! ou o raio que os parta) começava no nome a acabava em palco, com o carismático Nic Offer louco, de um lado para o outro, de calções e a abanar a anca. No final de um manifesto punk-funk, carregado de referências políticas, um veredicto: a doença (a guerra, a de Bush e Blair, a do Iraque) e a cura: dançar, dançar durante 66 incríveis minutos.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
[Semana 27-10-04] Death From Above 1979 editam "You're a Woman, I'm a Machine"
Bizarra a forma como os Death From Above 1979 deixam de existir quase anónimos após esta auspiciosa estreia e, meia-dúzia de anos depois regressam para uma celebrada digressão mundial que começou com o regresso-surpresa no South By Southwest. Num contexto, apesar dos Strokes e dos White Stripes - em que o rock pouco ou nada traz de novo, este som que é punk que é dançável que é suado acaba por soar fresco. Um baixo e uma bateria, um ritmo infernal que, ironicamente, não ficaria mal como carta fora do baralho (a par dos Rapture) na DFA de James Murphy, a mesma que obrigou Sebastien Grainger e Jesse F. Keeler a colar um ano, o último da década de 70, ao nome pensado a priori. Até a cowbell lá anda em "Sexy Results", a última das excelentes 11 canções de um excelente primeiro álbum.
domingo, 8 de junho de 2014
[Semana 02-06-04] !!! editam "Louden Up Now"
A experiência sempre foi melhor ao vivo do que em disco, mas nem esta premissa tira a Louden Up Now o estatuto de um dos melhores discos de dança lançados nos 00s - 66 minutos e nove temas que parecem um só. Nesta altura muito associados à DFA (The Rapture, LCD Soundsystem), a singularidade dos Chk Chk Chk ou tʃk, tʃk, tʃk ou !!! ou o reio que os parta começava no nome a acabava em palco, com o carismático Nic Offer louco, de um lado para o outro, de calções e a abanar a anca em palco. No final de um manifesto punk-funk, carregado de referências políticas, um veredicto: a doença - a guerra, a de Bush e Blair, a do Iraque - e a cura - dançar, dançar durante 66 incríveis minutos.
quarta-feira, 5 de março de 2014
[Semana 24-02-04] X-Wife editam "Feeding the Machine"
Um ano depois de Echoes dos Rapture, os X-Wife confirmam aquilo que já tinham ameaçado no Rockin' Rio EP: o uso e abuso da fórmula do álbum que deu a conhecer a (na altura) banda charneira de uma das editoras mais influentes da década passada: DFA. Para o bem ou para ou mal, duas coisas a reter: o pós-punk revivalista e afunkalhado que na altura fazia sentido e o falsete de João Vieira.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
[Semana 09-09-03] The Rapture editam "Echoes"
Injustamente alcunhados de Disco Strokes - as similaridades com a banda de Julian Casablancas ficam-se pelos primeiros cinco segundos de "Sister Savior", os que nos lembram "Take It or Leave It" -, ao segundo álbum os Rapture pilham influências pós-punk (por ordem alfabética: Gang of Four, PiL, The Cure), provocam suor funk e, citando de forma livre Todd Hutlock da Stylus Magazine, de volta e meia dão ordem de soltura a "uma puta de uma cow bell" - aqui, grandes responsabilidades na forma como "House of Jealous Lovers" atingiu o estatuto de clássico. E isto leva-nos a outra afirmação injusta, mas que se popularizou dois anos depois, com a estreia discográfica dos LCD Soundsystem: os Rapture tornaram-se na outra banda da DFA.
terça-feira, 30 de julho de 2013
[Jukebox de há dez anos] Davide Pinheiro
É ingrato isto de tentar apresentar os convidados que já fizeram muito em meia dúzia de linhas. Davide Pinheiro começou a escrever sobre música há precisamente dez anos. O résumé inclui o Diário de Notícias, Disco Digital, PARQ Magazine, Vogue e uma actividade regular como DJ. Recentemente, lançou o blogue Mesa de Mistura que, apoiado por uma dinâmica página de Facebook, já se tornou numa referência para aqueles que procuram o que de mais estimulante se criar no mundo pop. O facto de não nos ter dado tempo para o convidar fala por si: o Davide é dos maiores melómanos que já tivemos o prazer de conhecer. A partir daqui as palavras são dele:
2003. Ano de primeiras escutas profissionais e de trabalho numa loja de discos. De The's como os Beatles. De afirmação do rock como força motriz da música de princípio de milénio. Do grime enquanto próxima grande cena. Dos Rapture enquanto primeiros cabeças de cartaz da DFA. De Outkast, Beyoncé ou Kelis enquanto símbolos de uma pop negra dançável, inteligente, íntegra e, no primeiro caso, genial como Prince. Ano de seca na música portuguesa em que o consenso da crítica patinou artisticamente num disco menor como é "Irmão do Meio". Dez anos é muito tempo e a memória para cá de Badajoz pouco mais retém que o EP de estreia dos X-Wife, o álbum dos Spaceboys e "A Ópera Mágica de um Cantor Maldito" chamado Fausto.
Os discos mais importantes de 2003 para Davide Pinheiro:
1. Outkast - Speakerboxx/Love Below
A canção da década está aqui num álbum que já anunciava a separação confirmada pela abstinência do nome Outkast pós-Idlewild. Um concentrado de música negra soul, R&B e hip-hop e talvez o melhor disco de música negra desde Prince e Michael Jackson.
2. The Postal Service - Give Up
Agora reeditado, Give Up é um prenúncio electropop que ganhou importância pela ausência de um sucessor. À distância de dez anos, está longe de ser uma obra-prima mas continua a soar fresco.
3. Dizzee Rascal - Boy in da Corner
Dizzee Rascal não mais voltou a ser tão pleno e urgente como em Boy In Da Corner mas juntamente com Mike Skinner (The Streets) anunciava uma cena nova inglesa que viria a manter-se actual até ao fim da década.
4. The Rapture - Echoes
A grande banda da DFA viria a ser a do patrão, James Murphy, mas ainda em 2003 ainda só havia um single dos LCD Soundsystem e o primeiro álbum a chamar a atenção para o ressurgimento punk funk foi Echoes dos Rapture.
5. The Kills - Keep On Your Mean Side
Num ano de The's, os Kills adaptaram o formato fadista ao rock'n'roll e captaram memórias dos blues e dos Velvet Underground num álbum poderoso de estreia.
6. Yeah Yeah Yeahs - Fever to Tell
Outro tiro certeiro à primeira. Num momento de grande efervescência no rock nova-iorquino, os Yeah Yeah Yeahs trouxeram de volta a explosão arty dos Blondie.
7. The Thrills - So Much For the City
A Califórnia vista da Irlanda e o single bronzeado de verão - "Big Sur". Prometiam muito mas apagaram-se e hoje quase ninguém os recorda.
8. The Mars Volta - De-Loused In Comatorium
A ressaca produtiva dos At The Drive-In num álbum em que os Mars Volta se distinguem pela fusão entre o excesso progressivo e sangue latino. O mesmo exotismo que fazia dos Jane's Addiction um ovni pré-grunge em Los Angeles.
9. Rufus Wainwright - Want One
O melhor álbum de Rufus Wainwright, capaz de fazer chorar as pedras da calçada. Arranjos grandes e operáticos para um disco opulento e de grande profundidade na escrita.
10. Beyoncé - Dangerously In Love
O princípio pós-Destiny's Child num disco que, além de bom, foi importante para infernizar preconceitos indie que lentamente se esbateram para uma noção de integridade despegada do género ou da projecção.
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
[Jukebox de há dez anos] Dusk at the Mansion
Já por aí andam desde 2009 - a memória traz-nos, por exemplo, a abertura para o concerto dos Klaxons no Musicbox, em 2010 -, mas o primeiro EP, que pode ser ouvido gratuitamente, só chegou em 2012. Do que daí ouvimos, a inclusão dos Kraftwerk nesta lista era inevitável. "Não existe nenhuma explicação abrangente para cada uma das escolhas. Cada um de nós os ouvia por razões diferentes. Mais importante é que, enquanto banda, reconhecemos que fizeram parte integrante do ano de 2003."
Os dez discos mais importantes de 2003 para os Dusk at the Mansion:
1. The Strokes - Room on Fire
2. Kraftwerk - Tour de France Soundtracks
3. The Rapture - Echoes
4. Chris Clark - Empty the Bones of You
5. Placebo - Sleeping With Ghosts
6. Radiohead - Hail to the Thief
7. Massive Attack - 100th Window
8. M83 - Dead Cities, Red Seas & Lost Ghosts
9. Marilyn Manson - The Golden Age of Grotesque
10. Outkast - Speakerboxxx/The Love Below
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
[Jukebox de há dez anos] Manuel Fúria
Desde os tempos em que dava voz aos Golpes que percebemos que Manuel Fúria não é apenas mais um a deixar-se levar pela leva que canta a língua de Camões. Da guitarra e fotografias promocionais aos títulos (do álbum, das canções), nada é deixado ao acaso. Quando pedimos a Manuel Fúria para construir uma lista dos 10 discos mais importantes de 2003, desconfiamos que, na altura, não estaria satisfeito com o estado das coisas no nosso Portugal. Estávamos cobertos de razão.
2003 foi um ano muito fixe em discos. Quer dizer, muito fixe menos em Portugal, onde as listas são deploráveis; o único sítio onde encontramos coisas boas é no catálogo da Florcaveira e isto porque a Amor Fúria ainda não existia. Para além dos discos, 2003 foi responsável por um dos melhores Verões de sempre. Os discos são estes e estão colocados aleatoriamente.
Os dez discos mais importantes de 2003 para Manuel Fúria:
The White Stripes - Elephant
Rebentam para o mundo com a "Seven Nation Army" dos estádios de futebol. Um disco poderoso.
Lou Reed - The Raven
Este disco marcou-me especialmente porque o Lou Reed autografou-mo a meio metro de mim, rapaz novo e impressionável. Em Coimbra, no Jardim da Sereia.
Ryan Adams - Love Is Hell, Pts. 1 & 2
Tem a versão do "Wonderwall" dos Oasis e é mesmo bonita.
Tiago Guillul - Mais 10 Fados Religiosos
Só ouvi este disco em 2007, mas é o meu preferido do Tiago. É aqui que está o grande êxito: "Quando Sangro do Nariz".
Lightning Bolt - Wonderful Rainbow
Lobster antes dos Lobster
Outkast - Speakerboxxx/The Love Below
Provavelmente o melhor disco destes todos. E eu não percebo hip hop.
The Strokes - Room on Fire
Tem a "Reptilia" que é a melhor canção roque dos anos zero.
The Rapture - Echoes
Bateu bué.
The Sea And Cake - One Bedroom
Ouvi isto em dias de Sol, especialmente a versão do "Sound And Vision" do David Bowie.
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