sábado, 30 de novembro de 2013

[Jukebox de há dez anos] A.M.O.R.


A lista do duo rap feminino chega mesmo a tempo do concerto desta noite no Vodafone Mexefest (Hotel Florida, 20h).

Os discos mais importantes de 2003 para as A.M.O.R.:

1. Jay-Z - The Black Album



2. Outkast - Speakerboxxx/The Love Below



3. 50 Cent - Get Rich or Die Tryin'


4. Beyoncé - Dangerously In Love



5. Jaylib - Champion Sound


6. The Neptunes Presents Clones



7. V.A. - 8 Mile BSO




8. R. Kelly - Chocolate Factory


9. Kelis - Tasty




10. Britney Spears - In the Zone

domingo, 17 de novembro de 2013

[Semana 11-11-03] Mark Lanegan edita "Here Comes That Weird Chill"


Se descontarmos Songs for the Deaf dos Queens of the Stone Age, Bubblegum não terá paralelo na riquíssima discografia de Mark Lanegan. Bubblegum, a obra-prima a solo da cara dos Screaming Trees, só chegaria em 2004, meses depois deste Here Comes That Weird Chill, razoável EP de nove canções que inclui colaborações de membros dos Ween, Afghan Wings (mais tarde Lanegan viria a colaborar com Greg Dulli nos The Gutter Wins) e Queens of the Stone Age e uma cover de Captain Beefheart, "Clear Spot".

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

[Jukebox de há dez anos] Lady Lazarus


Um poema de Sylvia Plath, o título de um episódio de Mad Men e o nome artístico de Melissa Ann Sweat. Lady Lazarus, uma mulher e o seu piano.

Os discos mais importantes de 2003 para Lady Lazarus:

1. Joe Henry - Tiny Voices



2. Cat Power - You Are Free


3. Sun Kil Moon - Ghosts of the Great Highway



4. Broken Social Scene - You Forgot It In People


5. Songs: Ohia - Magnolia Electric Co.




6. The Microphones - Mount Eerie




7. 
Smog - Supper




8. Eels - Shootenanny!




9. Yeah Yeah Yeahs - Fever to Tell




10. Kaki King - Everybody Loves You



sábado, 9 de novembro de 2013

[Semana 04-11-03] The Unicorns editam "Who Will Cut Our Hair When We're Gone?"


Os Unicorns não existem.  E não nos referimos ao ser mitológico, nem ao facto de a banda ter cessado funções em 2004, pouco depois da edição deste magnífico Who Will Cut Our Hair When We're Gone?. Não, referimo-nos à forma singular como desconstruiriam a pop no início da década um pouco à imagem dos Deerhoof, na altura, e dos MGMT, anos depois. O terceiro e último disco dos Unicorns é uma piada, mas também é a sério. Diverte, mas também pede reflexão. Está recheado de truques - ganchos, harmonias, rasgos psicadélicos cuja missão é prender-nos a atenção. Vá lá, são apenas 40 minutos. Daqueles que valem a pena.

domingo, 3 de novembro de 2013

[Semana 28-10-03] Basement Jaxx editam "Kish Kash"


Dez anos antes dos Disclosure recolherem algumas das mais elogiosas prosas de 2013, os Basement Jaxx reuniram nos mais de 50 minutos de Kish Kash convidados tão diversos como Lisa Kekaula (BellRays), Dizzee Rascal, Siouxsie Sioue e JC Chasez ('N Sync). Os dois primeiros são responsáveis por duas das grandes canções do álbum. "Good Luck" confirma que, dos BellRays a uma colaboração com Legendary Tigerman, Kekaula tem uma das mais incríveis vozes soul do século XXI. Dizzee Rascal, por seu lado, omnipresente e em grande forma, com esse clássico do hip hop britânico Boy in the Corner acabado de editar, dá continuidade ao momento-estado-de-graça na incrível "Lucky Star" - o hip hop deitado sobre uma impecável cama oriental. Siouxsie representa a ausência de fronteiras e JC Chasez uma vontade de atingir outros públicos. Infelizmente, o álbum perde alguma força no último terço, nada que o impeça de se tornar num dos grandes álbuns de música de dançar de 2003.




sábado, 26 de outubro de 2013

[Semana 21-10-03] Dizzee Rascal edita "Boy in the Corner"


“Existem dois discos fundamentais para compreender o hip hop britânico da década dos zeros. O primeiro é este Boy in the Corner, de Dizzee Rascal; o outro é A Grand Don’t Come for Free deThe Streets, editado quase um ano depois. Ms. Dynamite, Wiley e Audio Bullys também tiveram a sua quota de responsabilidade na ascensão do subgénero nascido no East End londrino. Os beats caseiros – diz-se que Rascal chegou a usar uma Playstation 2 – aliados à capacidade de contar histórias, histórias de bairro, de violência, de drogas, resultam num O.V.N.I. criado por um puto de 19 anos que na altura tinha como álbum favorito In Utero dos Nirvana.” 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

[Jukebox de há dez anos] The Glockenwise


Olá, Barcelos. Do fado, do rock n' roll, dos Glockenwise. E do rock n' roll dos Glockenwise. E das piscinas - a do Milhões e a do vídeo de "Gardamu Girls" -, dos Alto! que citam os Stooges que são citados pelos Glockenwise - que têm disco novo. E, por fim, da boa disposição cujo reflexo está nesta lista de dez álbuns.

Os discos mais importantes de 2003 para os Glockenwise:
1. Tribalistas - Tribalistas

2. Robbie Williams - Live at Knebworth

3.  Rui Veloso - O Concerto Acústico


4. VA - Now 8


5. Robbie Williams - Escapology

6. Canções da Carochinha - As canções da Carochinha

7. Evanescence - Fallen

8. Mariza - Fado Curvo

9. Adiafa - Adiafa

10. VA - Saber Amar BSO

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

[Jukebox de há dez anos] TAPE JUNk


TAPE JUNk é João Correia, também vocalista nos Julie and The Carjackers. Há quatro meses editou The Good and the Mean, cujas referências estão mais que descortinadas - algumas estão neste mesmo Top 10 do ano em que Johnny Cash nos deixou.

Os discos mais importantes de 2003 para TAPE JUNk:

1. Johnny Cash - Unearthed


2. Mars Volta - Deloused In The Comatorium


3. Outkast - Speakerboxxx/TheLove Below


4. Jay Z - Black Album


5. King Crimson - The Power To Believe


6. Radiohead - Hail to the thief


7. Amy Whinehouse - Frank


8. Blur - Think Tank


9. Sun Kill Moon - Ghosts Of The Great Highway


10. The White Stripes - Elephant

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

[Semana 07-10-03] Dido edita "Life For Rent"


12 milhões de cópias vendidas imediatamente antes do virar do século valeram a Dido um dos discos mais aguardados de 2003. Tamanha antecipação acabou por resultar no álbum britânico mais vendido desde Be Here Now, dos Oasis, de 1997. O resultado? Misto. Do lado positivo, alguns singles com forte apelo radiofónico. Do negativo, um disco sem ponta de risco e que, depois de "White Flag" e "LIfe For Rent" (primeira e terceira canção, respectivamente) se torna extremamente aborrecido. 


sábado, 5 de outubro de 2013

[Semana 30-09-03] Peaches edita "Fatherfucker"


Um sample de "Bad Reputation" de Joan Jett e uma miúda a gritar "I don't give a fuck! I don't give a shit!" dezenas de vezes. Quão idiota é isto? De alguma forma, Peaches terá achado que começar Fatherfucker desta forma, lhe faria somar mais uma boa dúzia de pontos de crédito punk. Não, e nem a colaboração com Iggy Pop - ele sim um ícone punk - consegue fazer com que o segundo álbum de Peaches se aguente de pé. É que, ao contrário de Teaches of Peaches, aqui nada se aproveita.