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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O que aconteceu na semana de 21-09-2005?


Notícias: 

- Belle and Sebastian tocam o clássico "If You're Feeling Sinister" na integra, em Londres.

- smog actua no Clube Lua, em Lisboa.

- Wovenhand, Damien Jurado, Patrick Wolf, Sondre Lerche, Josephine Foster e Old Jerusalem actuam em Santa Maria da Feira, no Festival Para Gente Sentada.

Disco da Semana: 

Neil Young - Prairie Wind 

Prairie Wind foi apontado como o último volume não oficial de uma trilogia que já tinha passado por Harvest e Harvest Moon, discos puramente acústicos, tal como este. Vem na sequência de um período negro e soa a Neil Young a resolver-se enquanto pode. Vem na sequência da morte do pai e de um aneurisma cerebral que o afectou já na Primavera de 2005. É por isso negro e pessoal. Embora não estando ao nível do melhor de Young foi tido com alguma justiça como o regresso do músico à boa forma. Já dá pistas para o disco ainda mais negro que o sucede: o político Living With War. Mas já lá vamos, em Maio de 2016.

Outras edições:

Jamie Cullum - Catching Tales 
Ryan Adams - Jacksonville City Nights 
Wolf Parade - Apologies to the Queen Mary
The Vicious 5 - Up on the Walls
Roger Waters - Ça Ira
HIM - Dark Light
Panic! At The Disco - A Fever You Can't Sweat Out 
Metric - Live It Out
Sean Paul - The Trinity
Sheryl Crow - Wildflower
Tony Braxton - Libra

Citações com dez anos: 

- "Os Foo Fighters desafiaram-nos a fazer a digressão com eles e acontece que a mesma está completamente esgotada. Este é o motivo para o meu admirável bigode." (Jesse Hughes, vocalista dos Eagles Of Death Metal)

- "Este disco como Fort Minor é o meu regresso às raízes do hip hop, tanto sonoramente como a um nível pessoal." (Mike Shinoda)

- "Não parámos um momento ao longo dos últimos dez anos. Sempre prometemos que, se não nos estivéssemos a divertir a 100 por cento, pararíamos. Foi o que decidimos fazer." (Shirley Manson, vocalista dos Garbage)

- "Na verdade, eu nem gostava daquele som. Folk rock ou lá o que era... Sentia que não tinha nada a ver comigo." (Bob Dylan, justificando a "electrização" da sua música nos anos 60)

- "Este álbum vai fazer-te querer beber mais e conduzir mais rápido. As guitarras vão desfigurar-te e as vozes provocar-te arrepios na espinha. Singles? Vejo quatro, a banda vê seis." (Max Lousada, responsável da Atlantic Records, em relação ao novo álbum dos The Darkness)

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

[Semana 29-07-03] Patrick Wolf edita "Lycanthropy"


2003, o ano de Adam Green, Joss Stone e Patrick Wolf, putos maravilha que não se viriam a tornar assim tão maravilhosos. Neste campeonato, a música não andava assim tão longe do futebol. Por norma, um talento começa a dar nas vistas aos 16 e atinge a maturidade aos 20 e qualquer coisa - com o advento da Internet, as coisas estarão um pouco diferentes, mas essa é conversa para outras núpcias. Os três exemplos apresentados no início deste texto são jogadores de segunda linha, aqueles que percorreram tudo o que é selecção sub-qualquer coisa, mas que só são chamados ao plantel principal em particulares. 

Lycanthropy é Patrick Wolf a brincar na areia, a enveredar pelo virtuosismo individual e a sacrificar o todo. Como qualquer talento com tendência para a individualidade, Wolf é inconstante, sendo capaz do melhor e do pior.